Este sentimento. O raio deste sentimento. Insiste em permanecer cá dentro e, por mais que eu tente arrancá-lo com a minha própria mão, ele não desaparece. Está fixo de uma maneira tão forte que nada o consegue retirar daqui de dentro. É como se o coração fosse como uma cela, onde os prisioneiros, neste caso os sentimentos, andam de um lado para o outro, sempre inquietantes. Não há maneira de sair daquela prisão (prisão perpétua). Mas a culpa foi tua. Tu é que devias estar com este sentimento bem preso dentro do teu coração. Mas, apesar de eu pensar isto, não o queria, pois acho que não o merecias. E acho isto pois gosto de ti, tu poderias fazer todo o mal do mundo que eu nunca te quereria mal. Mas antes que eu desate aqui a chorar por tua causa, o que me ia provocar uma grande dor de cabeça e ia fazer com que eu gastasse muitos lenços de papel, vou voltar aos sentimentos. Como dizia, o sentimento dentro do coração é como um prisioneiro numa cela. Quando o prisioneiro vê uma visita sorri e salta de alegria, o sentimento é igual. Assim que sinto a tua presença o meu coração começa a bater de tal forma que parece que vai rebentar. É o sentimento. É o sentimento que lá dentro salta de alegria por ver, finalmente, a única esperança da sua “liberdade”, a única esperança de ele sair de dentro desta prisão que é o meu coração.
-Mas que Sentimento.
(é o tal chamado sentimento de merda --' )
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