Continuávamos parados, a olhar um para o outro. Com aquele brilho nos olhos maravilhoso. Deste-me a tua mão e sorris-te para mim, parecia tudo tão irreal. Aproximaste-te mais um pouco e deste-me um daqueles teus abraços, um abraço de apaixonado. Olhei nos teus olhos e vi a tua honestidade, a tua sinceridade, e a tua felicidade. Então, com aquele sentimento de que tudo era meu, aproximei-me ainda mais de ti, sem ficar nenhum espacinho entre nós…e beijei-te.
Ai, como senti que poderias ser meu, como senti que nada nos ia separar. Poderia ser tudo tão diferente agora.
Talvez, agora, não te recordes dos momentos que passamos juntos como eu me recordo. Porque apesar da idade, apesar de já terem passado estes anos, não consigo esquecer. Sempre que te vejo ainda sinto aquele friozinho na barriga e olho-te de maneira diferente. Ainda sinto a saudade. Ainda te sinto, <3.
Ai, como senti que poderias ser meu, como senti que nada nos ia separar. Poderia ser tudo tão diferente agora.
Talvez, agora, não te recordes dos momentos que passamos juntos como eu me recordo. Porque apesar da idade, apesar de já terem passado estes anos, não consigo esquecer. Sempre que te vejo ainda sinto aquele friozinho na barriga e olho-te de maneira diferente. Ainda sinto a saudade. Ainda te sinto, <3.
1 comentário:
Deveria eu deixar um comentário, porém deixo uma poesia...
Até breve,
Soneto do Amor Eterno
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes e com tal zelo, e sempre e tanto
que mesmo em face do maior encanto
dele se encante mais meu pensamento.
Quero vive-lo em cada vão momento
e em seu louvor hei de espalhar meu canto
e rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou ao seu contentamento.
E assim quando mais tarde me procure
quem sabe a morte, angustia de quem vive
quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
*Vinicius de Moraes*
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