domingo, 22 de março de 2009

Não tenciono ser professora, não tenciono ser engenheira, não tenciono ser advogada, muito menos economista. Não quero seguir uma destas profissões… não quero passar o resto da minha vida na escola; não quero passar o resto da minha vida ‘trancada’ num tribunal a defender uma pessoa que nem sei se é culpada ou não; não quero passar o resto da minha vida a ver números e números a minha frente. Não quero nenhuma destas profissões, nem algo parecido. Gostava, claramente, de ir para a tropa. Sim, ir para a tropa. Mas, problemas estúpidos impossibilitam-me disso. Então gostava de ir para a polícia. Andar atrás de criminosos, perseguir as pessoas mais cobardes de sempre, que não querem sofrer as consequências dos seus actos. Quero correr o risco de levar um, dois ou três tiros… quero correr o risco de poder morrer ou ficar o resto da vida agarrada a uma cama no hospital. Quero passar multas às pessoas que não cumprem a lei. Ou então quero andar à procura de provas pelo homicídio.
Não quero uma profissão parada… não quero uma profissão assim. Quero algo perigoso, que algo que seja activo.

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