Não tenciono ser professora, não tenciono ser engenheira, não tenciono ser advogada, muito menos economista. Não quero seguir uma destas profissões… não quero passar o resto da minha vida na escola; não quero passar o resto da minha vida ‘trancada’ num tribunal a defender uma pessoa que nem sei se é culpada ou não; não quero passar o resto da minha vida a ver números e números a minha frente. Não quero nenhuma destas profissões, nem algo parecido. Gostava, claramente, de ir para a tropa. Sim, ir para a tropa. Mas, problemas estúpidos impossibilitam-me disso. Então gostava de ir para a polícia. Andar atrás de criminosos, perseguir as pessoas mais cobardes de sempre, que não querem sofrer as consequências dos seus actos. Quero correr o risco de levar um, dois ou três tiros… quero correr o risco de poder morrer ou ficar o resto da vida agarrada a uma cama no hospital. Quero passar multas às pessoas que não cumprem a lei. Ou então quero andar à procura de provas pelo homicídio.
Não quero uma profissão parada… não quero uma profissão assim. Quero algo perigoso, que algo que seja activo.
Não quero uma profissão parada… não quero uma profissão assim. Quero algo perigoso, que algo que seja activo.
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